Ditongos abertos em paroxítonas não são mais acentuados, a trema foi extinta, o uso do hífen agora “depende” do humor e da movimentação das vogais. É, amigo... 2009 voltou da festa e trouxe algumas mudanças na bagagem.
Mas, antes de arremessar seus livros e relatórios financeiros fora, saiba que não é tão ruim como parece.
Se o “seqüestro” criativo já não tinha um pingo de decência, agora deixa de ter dois (o que torna o mercado mais justo e promissor). Se o “vôo” de 2008 parecia difícil, agora carrega menos peso sobre a cabeça. Se o “chapéu” que tirávamos para nossos clientes já estimulava nossas estratégias, agora ele ganhou uma equipe “heróica” à altura.
Mudar é normal, divertido e excitante. O que seriam das promessas de final de ano se não pudéssemos derretê-las nas formas que determinam nossos sonhos? Como transformaríamos nossas rotinas se os relógios não atualizassem seus ponteiros? E as faíscas que acendem os conceitos inéditos... como manteríamos suas chamas em um discurso sem combustão?
A crise foi embora (se é que realmente chegou...), coisa daquele ano que ficou bem pra trás, amparado no papo caótico de alguém. Este é o momento para que as marcas busquem conceitos inovadores, produzam experiência criativa, incinerem seus manuais de auto-ajuda, driblem previsões pessimistas e acreditem que suas promessas podem esbanjar determinação, estratégia e resultados.
Em 2009, mude, não trema (ops) e acredite.
Este será o ano em que todas as ideias serão acentuadas.
A junção mídia/imparcialidade é um dos maiores paradoxos do nosso tempo.
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